janeiro 07, 2009

Agradecido Ao meus

Temos pouco a pedir
Tanto a agradecer
Começo por nossa mãe
Que da luz nos fez nascer

Agradecendo ao criador
O Fazemos a criação
A maior delas, Natureza
Terra, ar, agua, fogo. E paixão

Desculpe o trocadilho
você sabe como é ?
Ficamos assim hilários
Das prosas com o povo do Imbé.

Agora o nque resta fazer
O carinho devolver.
Levar sem igual alento
pro corpo alimento
Fé para a alma
Paz e calma
luz intensa sem igual
Pro povo além Batatal  

Rincões com cheiro de vida
De vida verde parida
O caminho é um tormento
chegar até lá custa tempo
Mas quem prova do seu vento
Na Roça boa de terra rica
Te encanta no exato momento,
Apaixona, embobece e fica !

Lá no alto, toda serra
Tem um nome que é só dela
Babilônia, Aleluia,
Serra das Almas,
Mocotó, Sentinela

Em todas gente precisada
De trato, atenção, respeito
Nunca de prosa descarada
De coisa ruim, que não vale o feito

Se Deus agora manda chuva,
Se ela passa da medida
Só pode ser módi que,
lá em cima com toda força
faz a mata renascer
devolvendo com certeza
Pra este povo de lida sofrida
O sorriso , a esperança
a alegria, a Vida. 
 
O pouco que é nossa parte
Fizemos com brio, com amor
Sentimento puro e servil,
Com a beleza do irmão Elício:.
Com a força do Irmão Brasil:.

De Tudo que ao Gama agradecer
Nunca será o que tem de ser
Pois guiar nas curvas do Imbé,
É pra quem sabe, não pra quem quer(qué)
E isto ele fez feito " Tour"
Fortalecido e presente,
sempre alí a sua frente
A luz do Irmão Arthur:.

A Todo irmão que somou
Nesta hora de agruras
dedico os versos mal rimados
Que sejam por todo o sempre,
com a luz agraciado

Quem sabe com acordes certos
Até se torne canção
Sem intensão de soberba
Mera e pura inspiração  

Nesta grande caminhada
Na busca de alcançar,
Um tanto de sabedoria
Me encontrei com a certeza
De juntar num só lugar
aquilo que mais queria
União, força e beleza.  

Armando Barreto

Pranchão do Paraíba



Longe vão
Tardes de verão,
Sentados ás dúzias, vadiando
Vizinhos, amigos, folguedeando
Avós, filhos, netos e irmãos,

Gente, muita gente
Boa gente
Maioria meninada,
Por conta da prosa boa,
Nas esteiras de tabôa
Espalhadas na calçada,

Insistente o nordestão
Alisando as carinhas
Areiando as criancinhas
Corzinha de pimentão

Nas ruas ainda de areia
Ouvindo histórias de Mãezinha
Contadas com voz mansinha
Histórinhas de sereia

Tinha matreira risada
E a atenção da molecada
Com tais palavras prendia
Pro mar, ela dizia,
Que suave o Paraíba corria

Serpenteando e cortando
Muitas ilhas Rodeando
Pois nas pranchas vão levando
Devagar , sempre chegando

Carregando filhos e tráias
Seguiam de Campos pra praia
Fazendo o maior sururú
Pra Atafona ou Gargaú

O tal pranchão encantado
Foi tanto e tanto imaginado
De quantas formas seria,
e quais cores o tingia ?

Se mais um pouco cresci
Mais um tanto apaixonei
Pelo que hoje já vi
pelo muito que não sei

Quarenta anos passaram
Meus olhos adimiraram
As formas do tal pranchão
Mirando a fotografia
Descobri quais cores lhe havia
Doada minha imaginação


Armando Barreto

Imbé

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