dezembro 01, 2012

Belo Monte Vídeo denúncia

Galera compartilhem aí antes que o mesmo seja bloqueado Esse vídeo denuncia logo será censurado. Aproveitem para ver esse vídeo e refletir.Vamos fazer parte desta luta, assine o abaixo assinado http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19449

novembro 25, 2012

AÇÚ e EVERGLADES. Cá como lá !


A CERTEZA  DA    INCERTEZA  (Clique no título para acessar ao Relatório completo. Em Inglês)
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A questão fundamental  da   recuperação de  Everglades é  como  capturar    a água  armazenada no subsolo  e,  em seguida,  distribuí-lo  para  repor a  água nos ecossistemas durante  períodos de seca.   Especialistas e restauração estão
estão avaliando possíveis tecnologias para fazer isso, talvez o  mais                         ambicioso  sistema de  armazenamento  e recuperação de aquífero(ASR).
O  plano propõe a perfuração de mais de 300   poços no sul da Flórida     com
Fluxo de  até 1,7 bilhões de litros de água por dia,  de aquíferos subterrâneos para ser armazenado e bombeado para fora, conforme necessário.   Ainda não se sabe se o sistema proposto irá realizar o que está destinado a fazer. Embora o armazenamento e recuperação do aquífero tem sido usado com sucesso em menor escala na Flórida desde 1983, a escala da nova proposta é sem precedentes   e levantou várias questões. Por exemplo, como grande parte  da   água armazenada em aqüíferos pode realmente ser recuperado? E se a água doce superficial  misturada     com água subterrânea  possui  sal ou dissolve substâncias químicas indesejáveis ​​das  rochas em que está armazenado? O bombeamento dos poço fará com que aconteçam fraturas nas formações rochosas  vai permitir e permitir que a água salgada para mover-se em aqüíferos superficiais de água doce?  Lidar com essas incertezas é o principal impulso do primeiro relatório desta série,  Armazenamento aqüífero e Plano de Recuperação da Grande  Everglades.  O grupo técnico que analisou o projeto piloto de perfurar poços de teste diversos. O relatório exorta a    a aplicação dos princípios de gestão adaptativa para o projeto, isto é, desenhá-lo de tal forma que permite que os engenheiros responder a questões importantes, como o  projeto  poderá ser    implementado e, assim, projetar    melhores  componentes à medida que avançam,     ou para inverter o curso, se necessário. Um projeto inicial de engenharia,  com informações sobre  armazenamento aqüífero e recuperação, gerenciamento adaptativo pode ajudar a evitar os negativos   conseqüências e garantir que os objetivos do projeto estão sendo cumpridos.   O relatório identifica três principais áreas de incerteza, questões regionais, qualidade da água,  e local de desempenho para o qual uma melhor compreensão exige ações bem  para além do âmbito do projeto    piloto que foi inicialmente proposto. Recomenda-se  que o  grupo técnico elabore um quadro mais completo da região, desenvolvendo uma escala regional, modelo de fluxo de águas subterrâneas e realização de perfuração exploratória para identificar   e caracterizar  formações rochosas subjacente   com  água,  qualidade e outras características físicas. Também
Informar  assegurar com dados  análise laboratoriais se  a água é segura para todos as suas utilizações.   No geral, o Corpo de Fuzileiros foi muito atento a estas sugestões como afirmado na   revisão do plano piloto.   Problemas no armazenamento e recuperação.(ASR_2002). O relatório   conclui que o plano revisto poderia ter  sido ainda mais coerente com os princípios    de gestão adaptativa. Também    recomenda maior atenção a  monitorização ecológica,
Efeitos  na utilização  da água do aquífero e armazenamento, sistemas de recuperação de prestar mais atenção ao   impactos sobre o ecossistema como um todo, em vez  de  apenas   avaliar  a toxicidade para os organismos individuais. 


novembro 16, 2012

SALMÃO TRANSGÊNICO - O SUPER SALMÃO


O supersalmão

Após quinze anos em análise, salmão transgênico pode chegar à mesa dos norte-americanos em breve. Jerry Borges fala dos percalços nesta trajetória e dos cuidados necessários para que alimentos transgênicos sejam solução – e não fonte – de problemas.
Por: Jerry Carvalho Borges
Publicado em 30/09/2010 | Atualizado em 30/09/2010
O supersalmão
Mesma idade, tamanho diferente: em primeiro plano, o salmão sem alteração genética, e atrás, o AquAdvantage. O transgênico não atinge tamanho maior que o peixe comum, mas chega ao tamanho de mercado em metade do tempo (foto: AquaBounty Technologies).
Tidos como símbolos da persistência por vencerem corredeiras de rios norte-americanos para alcançar os seus locais de procriação – enquanto são espreitados por ursos, águias e outros predadores – o salmão está atualmente no centro de um acalorado debate entre ambientalistas, empresários e cientistas.
salmão está no centro de um acalorado debate entre ambientalistas, empresários e cientistas
salmão, famoso por sua deliciosa carne avermelhada, é criado comercialmente desde o século 18. O peixe alcança índices elevados de comercialização, estando, neste quesito, atrás apenas do atum.
Segundo estimativas da Organização de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas (FAO), são comercializados anualmente mais de três milhões de toneladas de salmão.
A atividade movimenta dezenas de milhões de dólares a cada ano. Dentre as sete espécies de salmão comercializadas, destaca-se o salmão-do-atlântico, Salmo salar, que sozinho representa cerca de 45% da produção mundial desse pescado.
A maior parte da criação comercial desses peixes depende de apenas dois países. O Chile, cuja produção foi pesadamente afetada pelo terremoto recente, detém 31% da produção mundial; e a Noruega, está na frente com 33%. Apesar da grande apreciação da carne de peixe no Brasil, não há criações comerciais no país.
Natureza morta
A natureza morta com uma posta de salmão foi pintada pelo espanhol Luis Eugenio Meléndez no longínquo ano de 1772, e integra o acervo do Museu do Prado (reprodução: The Yorck Project/ Zenodot Verlagsgesellschaft mbH).
Aceleração do crescimento
Atualmente, em torno de 69% dos salmões consumidos no mundo provêm de criações em cativeiro. Contudo, ainda há vários problemas por solucionar para obter um maior rendimento comercial dessa atividade econômica. Um dos principais é a demora no crescimento dos salmões, que necessitam de três a quatro anos para atingir o tamanho para a venda (em torno de 3 kg).

Os peixes ‘AquAdvantage’ possuem um gene que ativa um hormônio de crescimento e mostram-se mais resistentes a parasitas e patógenos
Ao longo dos últimos anos, várias empresas de biotecnologia investiram em alternativas para solucionar esse impasse. Uma das tentativas de maior sucesso na área foi ocriação de um salmão-do-atlântico transgênico, denominado  ‘AquAdvantage’.
Esse peixe geneticamente modificado foi desenvolvido em 1989 pela empresa canadense AquaBounty Technologies. Em 1996, foi submetido à análise da Administração de Drogas e Alimentos (FDA, do inglês Food and Drug Administration) para eventual liberação de sua comercialização.
Os salmões AquAdvantage possuem um gene que ativa um hormônio de crescimento (opAFP-GHc2), proveniente de outra espécie de salmão, o salmão-rei ou do Pacífico (Oncorhynchus tshawytscha).
Tanques AquaBounty
Tanques de salmão no criatório da  AquaBounty (foto: AquaBounty Technologies).
Além disso, esses peixes mostram-se mais resistentes a parasitas e patógenos e mais tolerantes a variações nas condições ambientais do que os indivíduos não modificados geneticamente. 
A resistência dos salmões transgênicos está associada à introdução, nesses peixes, de uma parte do DNA de peixe-carneiro americano (Zoarces americanus), relacionada à produção de uma proteína de resistência a baixas temperaturas.
A introdução do gene do crescimento nosalmão-do-atlântico aumenta em duas vezes a taxa de desenvolvimento desses animais durante o seu primeiro ano de vida. Assim, os peixes alcançam tamanho de mercado em apenas 16 a 18 meses.
Incubadora
Ova de salmão na incubadora dos transgênicos (foto: AquaBounty Technologies).
Os pesquisadores envolvidos com o desenvolvimento dos salmões  AquAdvantage acreditam que o segredo do crescimento mais rápido desses peixes está na sua capacidade de produzir o hormônio do crescimento ao longo de todo o ano.
Os salmões modificados não ficarão maiores do que os animais comuns, pois os peixes geneticamente modificados param de crescer após atingir o seu tamanho normal.
Os níveis mais elevados de hormônio do crescimento na circulação dos salmões transgênicos parecem ainda melhorar as suas taxas de assimilação e conversão dos nutrientes captados.

Temores ambientais

As pessoas que apoiam a criação e comercialização de salmões transgênicos afirmam que esses animais irão diminuir os impactos causados às populações naturais dessa espécie pela pesca. 
Há um enorme ganho para os piscicultores, que poderão comercializar animais mais precoces e resistentes
Além disso, do ponto de vista econômico, há um enorme ganho para os piscicultores, que poderão comercializar animais mais precoces e resistentes. Obviamente, essas alterações genéticas diminuirão os custos de produção e de comercialização dos salmões transgênicos em relação aos tradicionais.
Contudo, há um grande número de opositores à criação e comercialização desses peixes transgênicos. O principal temor dos ambientalistas é que eles possam escapar de suas fazendas de criação e atingir o meio ambiente. Como eles são mais vorazes e agressivos, representam uma ameaça para o bem-estar dos salmões comuns. 
Contra a corrente
Um salmão nada contra as corredeiras na escada aquática construída no rio Capilano, no Canadá, cumprindo a árdua trajetória da espécie para chegar ao local de procriação (foto: Ramjheetun Elodie – CC BY-NC-SA 2.0).
Uma pesquisa coordenada por Robert Devlin, do Centro de Aquacultura e de Pesquisa Ambiental do Canadá, indicou que esses peixes são mais agressivos e se desenvolvem mais rapidamente do que animais não modificados geneticamente.
Ele estudou outra espécie de transgênico, o salmão prateado (Oncorhynchus kisutch). E concluiu que, quando o alimento é mais escasso, a competição com os peixes transgênicos diminui a taxa de crescimento dos animais comuns. Além disso, estes são eliminados em taxas elevadas por animais geneticamente modificados. 
A introdução de transgênicos no ambiente natural é algo bem possível de ocorrer e pode ter consequências imprevisíveis
A introdução de organismos transgênicos no ambiente natural – como os salmões AquAdvantage – é algo bem possível de ocorrer e pode ter consequências imprevisíveis.
O desenvolvimento de animais que sejam incapazes de sobreviver no meio ambiente, devido, por exemplo, à carência de algum nutriente essencial que seja suprido apenas através da ração, pode minimizar esse problema no futuro.
Para evitar contaminações ambientais, todos os salmões transgênicos criados pela AquaBounty são fêmeas e estéreis. No entanto, grupos contrários à liberação da comercialização desse peixe transgênico afirmam que há riscos no processo de esterilização de peixes usado nos salmões AquAdvantage.
Sashimi
O sashimi de salmão, uma das iguarias gastronômicas feitas com a carne disputada do peixe. Este vem do Chile (Flickr.com/ Puamelia – CC BY-SA 2.0).

Riscos à saúde dos consumidores

Diversas plantas transgênicas são rotineiramente consumidas. A quase totalidade desses cultivos é representada por apenas quatro espécies (a soja, o algodão, a colza e o milho) que estão amplamente disseminadas por vários países, inclusive o Brasil.
Contudo, há ainda um enorme desconhecimento da população sobre esses alimentos transgênicos, e uma crescente inquietação e clamor de estudiosos do tema para a realização de estudos mais detalhados e amplos sobre os riscos que o consumo desses alimentos poderia representar para a saúde humana. A mesma preocupação ocorre em relação à liberação de alimentos transgênicos de origem animal.
Cada caso é um caso, e deve ser tratado e estudado com todo o cuidado
A inserção de um gene exógeno em um genoma pode ter consequências imprevisíveis para a expressão de outros genes.
Isso pode desencadear a produção de compostos nocivos à saúde dos indivíduos que os consomem. Porém, ainda existem muito poucos estudos sobre esse tema.
Além disso, é importante lembrar que, mesmo que a ausência de riscos tenha sido verificada para o consumo de determinado transgênico, isso não significa que a ingestão de outros alimentos modificados geneticamente seja segura. Portanto, cada caso é um caso, e deve ser tratado e estudado com todo o cuidado.
Capilano
Profusão de salmões no criatório do Rio Capilano, em Vancouver, no Canadá (foto: Wikimedia Commons/ Buchanan-Hermit).
Devido a esses receios, já há mais de 15 anos que a autorização para comercialização do salmão segue em processo de análises pelo FDA. Segundo especialistas, entretanto, ela poderá sair nos próximos meses.
A AquaBounty já conseguiu comprovar a segurança genética, ambiental e para o consumo humano de seu salmão transgênico. Uma análise preliminar recentemente publicada pela FDA indica que o AquAdvantage não é química ou biologicamente diferente de um salmão-do-atlântico comum.
Se a autorização para a comercialização dos salmões AquAdvantage for obtida, será aberto um precedente para que a produção de outras espécies transgênicas também possa ser regulamentada. 
Entre esses animais estão o gado resistente ao mal da vaca louca, os porcos capazes de oferecer um bacon mais saudável e os famosos porcos verdes, ou enviropigs (da união entre as palavras inglesas environment, meio ambiente, e pig, porco), criados na universidade de Guelph, Canadá.
Se a autorização for obtida, será um precedente para a regulamentação de outras espécies transgênicas
Eles digerem mais eficientemente o fósforo e liberam até 70% menos desse nutriente em seus dejetos, diminuindo os custos de suacriação e os danos ao meio ambiente.
Se, após a análise pormenorizada e criteriosa da FDA, for comprovado que o consumo dos salmões transgênicos é algo seguro, os peixes AquAdvantage  poderão ser servidos nas mesas de jantar em cerca de dois a três anos.
Assim, será superado um enorme obstáculo para o bem estar da humanidade, permitindo que fatias maiores da população tenham acesso a alimentos mais baratos e nutritivos. Nenhuma novidade para um peixe capaz de empreender uma viagem de centenas de quilômetros correndo riscos enormes para garantir a sobrevivência de sua espécie...

Jerry Carvalho Borges 
Departamento de Medicina Veterinária
Universidade Federal de Lavras

junho 06, 2012

Barreto _ Cavaleiros Templários


 

História da Família Barreto

 



BARRETO: Nome português. Um dos primeiros ilustres da família Barreto foi Gomes Mendes Barreto, nascido no século XII. Gomes era filho de Mem Soares Velho, descendente da antiquíssima família Baião. Gomes, além de ter sido pai do templário Paio Gomes Barreto, sua sogra Sancha Pais foi irmã de D. Gualdim Pais, mestre dos templários, que fez os Castelos de Tomar e Pombal.

Ancestrais da Família Clemente de Souza:

Joze Barreto - nascido em 1685 no Cazal da Ponte - Portugal

maio 21, 2012

Promiscuidade no mundo dos pássaros


The saltmarsh sparrow (Ammodramus caudacutus) is a small, stocky bird that lives along the 

       Sexy sparrow exposed as world's most  promiscuous   bird 

By Jody Bourton 
Earth News reporter
http://newsimg.bbc.co.uk/shared/img/cccccc.gif

Saltmarsh sparrow
The saltmarsh sparrow has 'wild' mating habits



A bird living on the coast of the US is the world's most promiscuous bird, say scientists.
The saltmarsh sparrow, a bird that lives in the marshes of Connecticut, was found to have extreme levels of multiple mating.
The researchers found that 95% of females mated with more than one male during each nesting period.
This unusual behaviour could be a survival mechanism due to coastal flooding, researchers say.
The researchers, who are based in the US, publish their results in the journal The Auk.
Sexy sparrows
Using DNA analyses and studying the birds mating behaviour in the marsh habitat, the scientists revealed the highly promiscuous activities of the bird.
http://newsimg.bbc.co.uk/shared/img/o.gif
 We think that it is the most promiscuous bird species studied to date 
Salmarsh sparrow chick
Who's your father?


Professor Chris Elphick
University of Connecticut
"We found that nearly every clutch of eggs was the product of more than one father, and that within broods it was extremely common for any two siblings to have different fathers," says Professor Chris Elphick from the University of Connecticut.
Professor Elphick undertook his research along with Professor Christopher Hill from Coastal Carolina University in South Carolina, US and Carina Gjerdrum of the Canadian Wildlife Service.
The scientists found that at least 95% of females mate with more than one male for a single clutch of eggs.
A clutch is defined as a set of eggs laid together in the nest at one time.
One in three nests had a different father for every chick, and the average brood of chicks had more than 2.5 fathers.
"The chance that any two chicks in the same nest have the same father is only 23%," says Professor Elphick.
"We were not surprised to find some level of promiscuity," he says. "But we were quite stunned at just how extreme the rate was."
'Eggs in one basket'
Who's your father?US Atlantic coast.
Some of their behaviour is unusual for songbirds; males and females do not bond together to form pairs, and the males play no role in caring for chicks.
The sparrows nest amongst the saltmarshes, and are vulnerable to frequent high tides, which can cause a high level of nest loss.
Very high tides occur every four weeks - the same length of time it takes for the sparrow to raise a family.
Who's your father?
Professor Elphick suggests that the mating patterns are are a response to this risky environment.
"If they lose their young to flooding, they have to re-nest almost immediately if the new set of young is to survive," he says.
This means that female birds do not have time to look for and invest in the best male partner.
The lack of time increases the likelihood of choosing a poor quality mate. To overcome this, it seems that females mate with several males.
"The females don't want to put all their eggs in one basket so to speak," says Professor Elphick.
Love contenders
"We think that it is the most promiscuous bird species studied to date, although there are a couple of other possible contenders," says Professor Elphick.
The greater vasa parrot (Coracopsis vasa) of Madagascar, and the superb fairywren (Malurus cyaneus) of Australia have comparable rates of promiscuity.
"Both of these species also have multiple paternity in most nests, but it is unclear whether they have so many fathers per nest."
The differences between studies that have been carried out into each of the bird species mean it is impossible to make a direct comparison.
But their extreme promiscuity is not the most interesting thing about these birds, says Professor Elphick.
"What is most interesting about these three species is that all have totally different social systems," he explains.
"Unrelated species have all converged on high levels of promiscuity through very different sets of behaviours."
"It's the multidimensional complexity of all those species - the many ways in which they differ from one another that makes the natural world so amazing."

Fonte: BBC

abril 30, 2012

Parques eólicos modificam temperatura do solo


Parques eólicos modificam temperatura do solo

Cientistas fizeram medições na região do Texas, onde milhares de turbinas foram construídas
O GLOBO
Publicado:
30/04/12 - 9h53
Atualizado:
30/04/12 - 9h55

Estudo americano mostra que parques eólicos modificam temperatura do solo em seu entorno
AGÊNCIA O GLOBO
RIO - Um estudo realizado no Texas mostrou que parques eólicos podem afetar o clima em seu entorno, elevando as temperaturas noturnas no solo. O resultado, publicado na revista "Nature Climate Change", confirma uma pesquisa realizada há mais tempo, em 2010. Os cientistas acreditam que o efeito é causado pelas turbinas que jogam ar relativamente quente no solo. E sugerem que as turbinas em outro locais podem não produzir o mesmo nível de mudança.
A região que foi estudada, no centro-oeste do Texas, viveu um importante programa de construção de turbinas na metade da última década, com o número passando de apenas 111 em 2003 para 2325 apenas seis anos depois. Os pesquisadores usaram dados de satélites da Nasa para medir a temperatura na região estudada entre o começo e o fim do boom da construção dos parques eólicos, definindo a diferença entre a média do período entre 2003 e 2005 e de 2009 a 2011.
Toda a região registrou um aumento, mas isso ficou mais perceptível no entorno dos parques. Os pesquisadores procuraram outros fatores que poderiam ter afetado os resultados, como mudanças na vegetação, mas descobriram que elas eram muito pequenas para produzir a mudança observada. O processo não foi uniforme. Os pesquisadores afirmam que o efeito é equivalente a um aquecimento de cerca de 0,72 C por década.
Reconhecendo que o resultado pode ser mal interpretado, como se estivesse sugerindo que a temperatura local vai continuar aumentando, o cientista que liderou o estudo Liming Zhou alertou:
- A tendência de aquecimento estimada só se aplica à região de estudo e para o período de estudo, e, portanto, não deve ser extrapolada diretamente para outras regiões ou períodos mais longos. Para um determinado parque eólico, o efeito do aquecimento provavelmente atingiu um limite, em vez de continuar a aumentar, se novas turbinas não forem adicionadas.
À noite, o ar acima do nível do solo tende a ser mais quente do que no chão. Zhou e seus colegas acreditam que as pás das turbinas agiram o ar, misturando o ar quente e o ar frio, e levando o mais aquecido para o solo.
- Os resultados me parecem muito sólidos - comentou Steven Sherwood, professor do Centro do Pesquisa sobre Mudanças Climáticas da Universidade de New South Wales, na Austrália, em entrevista à BBC. - As temperaturas durante o dia não parecem ser afetadas. Isso faz sentido, e esta mesma estratégia geralmente é usada por fruticultores que usam voos de helicópteros sobre seus pomares para combater as geadas matinais.
O estudo de 2010 usou dados de um único local e modelagens computacionais para mostrar que as turbinas eólicas podem produzir aquecimento local.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio20/parques-eolicos-modificam-temperatura-do-solo-4772891#ixzz1tX1dCy3d 
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