julho 15, 2017

Hoje é dia de homenagear desde o pequeno produtor, até o maior dos pecuaristas


Hoje,  15 de julho é comemorado o Dia do Pecuarista, ente da cadeia produtiva que se dedica a alimentação, melhoramento genético, reprodução e comercialização de aninais de corte e leite. São grandes responsáveis por movimentar e desenvolver um importante nicho da economia Brasileira, um setor que cobra envolvimento e dedicação integral  na cadeia produtiva, seja ele pequeno produtor familiar,  ou mega pecuarista de milhares de cabeças
Exportações em baixa
Não há muito o que comemorar no setor, que em Junho/2017, apresentou queda preocupante na exportação de Bovinos vivos. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, em junho o Brasil exportou 25,1 mil cabeças de bovinos vivos, com faturamento total de US$15,8 milhões.
Em relação a maio deste ano o volume foi 23,2% menor. Já em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda de 53,3% no número de cabeças exportadas.
Do total, 15,1 mil cabeças foram embarcadas para a Turquia, que hoje é o maior cliente de bovinos vivos do Brasil.
Desde o início de 2017 foram enviados para o país 62,8 mil animais, o equivalente a 49,3% do total exportado. 
Fonte: Scott Consultoria





março 06, 2017

Município do interior do RJ inicia introdução da fitoterapia no âmbito do SUS


Inclusão de fitoterápicos no âmbito SUS
O compartilhamento do conhecimento tradicional dos moradores de Palmares sobre plantas medicinais beneficiará a humanidade, principalmente à população de mais baixa rendaDivulgação/Farmanguinhos/Fiocruz


A inclusão da fitoterapia no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do incentivo ao uso de plantas medicinais encontradas no centro-sul fluminense, caminha para se transformar em um projeto comum envolvendo as secretarias de Saúde, Educação, Agricultura e Social do estado do Rio de Janeiro. A iniciativa, utilizada inicialmente na comunidade rural do município de Paty dos Alferes, foi apresentada em Brasília, em dezembro de 2016,  durante a 15ª edição do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS, e recebeu a premiação de melhor dissertação em mestrado.
Para o início de março, reunião com esse objetivo está marcada entre os secretários e pesquisadores do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz). A expectativa é que o estudo seja ampliado e estendido inicialmente a todas as unidades básicas de saúde da cidade, podendo, em seguida, abranger todo o estado.
Essa é a perspectiva da pesquisadora de Farmanguinhos/Fiocruz, farmacêutica Amanda Valverde, responsável pelo projeto. A opinião é compartilhada pelo novo secretário de Saúde de Paty do Alferes, Arlindo Lisboa. As plantas medicinais já eram de uso comum da comunidade para tratamento de problemas como diarreia, gripes e resfriados, entre outros.
O projeto mostrou aos agentes comunitários de saúde, enfermeiros e médicos do SUS como utilizar essas espécies no dia a dia da unidade de saúde.
Cada unidade receberá uma farmácia viva, espécie de horta comunitária, onde são plantadas mudas doadas pela Fiocruz. A fundação apoia o projeto também por meio da identificação das plantas medicinais e elaboração do curso de capacitação, em conjunto com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), voltado para os agentes comunitários de saúde e enfermeiros e médicos da região.
De acordo com a farmacêutica, já chega a quase 90% os melhoramentos registrados na saúde dos membros da comunidade rural, com a disseminação do conhecimento.

Dados
O trabalho fez parte da dissertação de mestrado de Amanda, baseada em iniciativa criada pela professora da Faculdade de Farmácia da UFRJ, Nina Barboza da Silva. 
“A comunidade rural faz uso de plantas medicinais no dia a dia. A Unidade Básica de Saúde local não tinha capacitação para poder trabalhar com planta medicinal”, explicou Amanda Valverde. Dados preliminares mostraram que 82% da população de Palmares faziam uso de plantas medicinais, dos quais 64% consumiam essas plantas na forma de chá. O boldo é a principal planta consumida. Amanda disse acreditar que, com o projeto e o acolhimento de pessoas em busca de informações, esse percentual já aumentou.
Para o secretário de Saúde de Paty do Alferes, que também acumula a vice-prefeitura, a disposição da administração municipal é dar continuidade ao projeto, estendendo-o às oito demais unidades de atendimento básico à saúde da cidade. “Estamos abertos à parceria com o projeto”, afirmou.

Interior fluminense inicia introdução da fitoterapia no âmbito do SUS
A escolha das plantas passaria por uma certificação, uma avaliação científicados pesquisadoresDivulgação/Farmanguinhos/Fiocruz
Resistência
Coordenador do Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde de Farmanguinhos/Fiocruz, Glauco Villas Boas destacou que todos os projetos de plantas medicinais nos últimos dez anos são decorrentes do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, na tentativa de organização de arranjos produtivos e introdução da fitoterapia no SUS. Villas Boas participou da elaboração do programa nacional.
Segundo ele,  iniciativas como a de Palmares poderão ter, em uma segunda etapa, um projeto estruturante. Citou como exemplo o projeto Farmácia dos Quintais, que parte de articulação entre agricultores brasileiros com institutos de ciência e tecnologia e empresas nacionais.
Ao mesmo tempo em que conserva o conhecimento da população rural, a escolha das plantas passaria por uma certificação, uma avaliação científica. O pesquisador da Fiocruz disse que isso daria potencial para se colocar mais fitoterápicos no SUS e nas farmácias. “Tudo é economia, saúde, biodiversidade e tecnologia. Não ficaríamos tão dependente tecnológica e economicamente (da importação)”.
Villas Boas afirmou que iniciativas em curso no país trazem esperança, mobilizam médicos e secretarias de Saúde. Advertiu, porém, sobre políticas que garantam apoio. “São iniciativas que representam a resistência, a mobilização do conhecimento tradicional, o direito de opção dos brasileiros de tratarem com a terapia que desejarem”.
Para o coordenador, há necessidade de disseminação desses projetos pelo país. Acrescentou que, além de colocar no SUS, os fitoterápicos também devem ser disponibilizados nas farmácias. Na opinião de Villas Boas, a pesquisadora “Amanda (Valverde) fez um bom trabalho”.
Diálogo
Palmares é o projeto pioneiro de introdução de fitoterápicos na terapêutica do SUS no interior fluminense. A meta dos pesquisadores é levá-lo para todo o estado. Para que isso se efetive, Amanda Valverde informou que as políticas existentes devem conversar entre si. Entre elas, citou a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, ambas criadas em 2006, o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, concretizado em 2008, além de legislações posteriores referentes à introdução de plantas medicinais no SUS. 
A farmacêutica de Farmanguinhos/Fiocruz afirmou que o compartilhamento do conhecimento tradicional que os moradores de Palmares têm sobre plantas medicinais, aliado ao conhecimento científico, beneficiará a humanidade. “Não é só a saúde. Essa prática atende, sobretudo, à população de mais baixa renda."
Em Palmares, foi feito inicialmente um levantamento, por meio de entrevistas, para diagnosticar o conhecimento difuso do uso de plantas medicinais na comunidade, selecionando-se as espécies citadas. Após essa etapa, foi montada uma horta comunitária de plantas medicinais na associação de moradores, baseada nas espécies usadas na área, juntando ao conhecimento adquirido no curso de capacitação.
Doze espécies foram selecionadas. “Fizemos um memento fitoterápico de plantas medicinais de Palmares. Ele (memento) fala sobre a forma de terapia dentro do SUS e a maneira como é tratado dentro da comunidade”, disse Amanda.
Na comunidade rural de Palmares não existe farmácia e a Unidade Básica de Saúde não distribui medicação nem faz internação. A única forma de os moradores terem acesso a remédios da indústria farmacêutica é no centro do município.

Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
Edição: Armando Cardoso
Fonte: EBC

abril 05, 2016

Devido à eleição, prefeitos já não podem dar aumento acima da inflação

Objetivo é evitar abuso de poder político, com desequilíbrio na disputa


Os municípios não podem, a partir desta terça-feira (5), conceder um aumento acima da inflação ao funcionalismo público. A proibição está prevista na lei 9.504, de 1997, que regulamenta as eleições no Brasil.
De acordo com o artigo 73, inciso VIII, “os agentes públicos são proibidos de fazer, na circunscrição do pleito, revisão geral da remuneração dos servidores públicos que exceda a recomposição da perda de seu poder aquisitivo ao longo do ano da eleição, até a posse dos eleitos”.
O prazo é definido tanto pela lei como pela resolução 22.252, de 2006, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral): 180 dias antes do pleito. O objetivo é evitar o abuso de poder político, com o desequilíbrio na disputa no caso dos prefeitos que tentam a reeleição ou apoiam determinado candidato na disputa.
A lei diz ainda que “a concessão de benefícios a servidores públicos estaduais nas proximidades das eleições municipais também pode caracterizar abuso do poder político, desde que evidenciada a possibilidade de haver reflexos na circunscrição do pleito municipal, diante da coincidência de eleitores”.
Outros prazos

Em 2 de julho, os agentes públicos também não poderão “nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, ex ofício, remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito”. Há algumas ressalvas como, por exemplo, a nomeação de aprovados em concursos públicos homologados até esta data.

A transferência voluntária de recursos da União aos municípios também fica vedada por lei, três meses antes da disputa.
A partir do dia 2 de julho, ficam ainda proibidos shows artísticos pagos com recursos públicos durante eventos da prefeitura, o comparecimento dos candidatos em inaugurações de obras e o pronunciamento em cadeia de rádio e televisão fora do horário gratuito, a não ser que a Justiça Eleitoral permita, por se tratar de “matéria urgente, relevante e característica das funções de governo”.

Fonte: G1

novembro 18, 2015

Lama da SAMARCO deixa população de Colatina no Espírito Santo sem abastecimento de água


A lama pela barragem da mineradora Samarco, que se rompeu em Mariana, se aproxima do segundo município capixaba: Colatina. Cerca de 120 mil moradores terão fornecimento de água cortada a partir desta quarta-feira. 
A cidade é totalmente dependente do Rio Doce. A campanha para doação de água mineral está sendo organizada pela Defesa Civil. A prefeitura da cidade vai abrir poços artesianos em busca de água. 

O Exército ficará por conta da distribuição de água por carros-pipa. A previsão é que a lama atinja o mar ainda neste final de semana.

junho 19, 2015

BNDES libera R$ 13 milhões para projetos de agricultura familiar

Segundo os dados, foram selecionados 291 projetos de organizações da agricultura familiar, o que representa 36% do total de inscritos


Organizações de agricultura familiar receberão R$ 13 milhões de recursos não reembolsáveis do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de acordo com balanço final do segundo edital de chama pública divulgado hoje (19) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo BNDES.
Segundo os dados, foram selecionados 291 projetos de organizações da agricultura familiar, o que representa 36% do total de inscritos. Cada projeto receberá entre R$ 50 a R$ 70 mil.
A região com maior número de propostas contempladas foi a Sudeste, com 118, seguida do Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte, com 85, 34, 32 e 22 propostas, respectivamente. Entre os selecionados, 16 são projetos de associações ou cooperativas formadas exclusivamente por mulheres e 17 de organizações orgânicas e agroecológicas.
A Conab informou que os recursos devem ser aplicados em ações como compra de equipamentos, veículos e construções, entre outros. Há projetos que objetivam a agregação de valor à produção, entre eles a construção de uma padaria em Minas Gerais.
Publicado Sexta-Feira, 19 de Junho de 2015, às 14:56 

junho 18, 2015

Fazenda produz camarão do mar a 200 Km do Litoral.

Camarão da espécime  L. Vannamei,  de água salgada
Camarão da espécime L. Vannamei, de água salgada
Camarão do Mar, criado na serra
A notícia de que uma fazenda de criação de camarões do mar estaria em franca produção no município de Aperibé, interior do Rio de Janeiro, trouxe uma enorme surpresa ao meio rural. O fato é que o local onde estão sendo cultivados os camarões da espécime L. Vannamei, de água salgada, ser localizada a 200 km do litoral Fluminense.
Supresa boa
Esta novidade, despertou o interesse de técnicos da SECT/FENORTE, que estiveram nesta tarde(17_06), em visita ao empreendimento; no grupo, os gerentes de área técnica e projetos, Armando Barreto e Roberto Vinagre, também presente o Diretor de Projetos e Fomento Lucas Pereira. ” O método utilizado, e os expressivos volumes de produtividade, realmente nos surpreenderam.” Diz Lucas
IMG_8422Bom negócio em vista
Segundo o Carcinicultor Diego Nobre, com os cuidados, manejo ideal e equilíbrio da alimentação oferecida; os custos de produção deverão ficar em níveis que permitam viabilidade ao projeto: ” nosso planejamento é atingir o rendimento ideal, já ao final do segundo ciclo de produção, o que nos permitiria uma rápida cobertura do investimento. Este é um resultado alcançado por poucas estruturas de produção intensiva em todo o mundo.
IMG_8425Precisamos compartilhar a experiência
O grupo realizou a visita técnica durante toda a tarde desta quarta feira, na oportunidade, recebeu informações das práticas utilizadas, características do modelo de produção e pode conhecer ainda toda a área de criação, além da expansão, onde mais tanques estão sendo construídos: ” nos encanta o que estamos vendo aqui. Vamos dialogar com o Diego e seus pares, que detém a expertise, também com o município de Aperibé, através do secretário de Meio Ambiente, Enilson Moura; Com a secretária de estado de Agricultura, que primeiro fomentou o projeto, com a instituição que representamos e, com todos os que estão desenvolvendo este projeto; um objetivo imediato precisa ser, compartilhar a técnica desenvolvida a produtores rurais de mais municípios do estado do Rio de Janeiro, esta oportunidade de produzir alimento saudável e trazer ganho em sua renda familiar. Afirmou José Armando Barreto
IMG_8430Ambientalmente correto 100%
Esta estrutura produtiva de Carcinocultura, recebeu a primeira licença para Aquicultura concedida por um município. Toda a planta foi construída dentro das obrigações, exigências, normas, com preocupações ambientais e de sustentabilidade: “nos chamou a atenção o cuidado, em não permitir lançamento de nenhum tipo de efluente na natureza, uma evidente evolução na estratégia de planejamento de projetos de carcinicultura este, um dos grandes gargalos nestes tipos de empreendimento. Também deve se dar o crédito devido ao gestor de meio ambiente do município de Aperibé , que qualificou a sua equipe, e os mobilizou para elaborar os licenciamentos ambientais em seus limites. Entendemos a necessidade de pulverizar o modelo de produção e os métodos empregados aqui. Vamos buscar juntos, condições deIMG_8417ampliar e compartilhar esta experiência, que naquilo o que podemos observar; é absolutamente inovadora! Afirma Roberto Vinagre.
Agenda no Campus
Ao final da visita, ficou ajustado, que vai ser viabilizado um encontro interinstitucional na sede da FENORTE, com a participação de representante da UENF e do Superintendente Regional do INEA, Fernando Guida. O encontro deverá acontecer na quarta feira próxima.

Por Zé Armando Barreto

abril 24, 2015

Produtores alertam que protestos podem prejudicar escoamento de grãos

Plantação de soja
Frete tem papel fundamental na tabela de preços da soja e do milho
Valter Campanato/Agência Brasil

Associação de produtores do Mato Grosso destaca que o frete tem papel fundamental na tabela de preços da soja e do milhoValter Campanato/Agência BrasilOs protestos dos caminhoneiros iniciados nesta semana podem prejudicar a comercialização de grãos no país nos próximos dias, de acordo com o diretor executivo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso, Wellington Andrade. Na manhã de hoje (24), o estado onde se concentrava a maior parte dos protestos era o Mato Grosso, principal produtor de soja do país. Ele afirmou que o frete tem papel fundamental na tabelação dos preços por ser a parte variante do preço de compra.

"A greve pode acarretar dois tipos de prejuízo. A curto prazo ela pode causar a paralisação da comercialização do grão uma vez que para a trade fazer o escoamento [do grão] ela precisa do preço do frete. Se a paralisação continuar pelos próximos quatro ou cinco dias, a trade pode não conseguir mais estipular preços", afirmou Andrade.
Ele ressaltou que grande parte do que está parado nas estradas pode ser de grãos, uma vez que a colheita já feita. "Com certeza tem carga de soja parada e pode ser bem representativa uma vez que estamos em pleno escoamento da produção", disse.
A associação é contrária a reivindicação dos caminhoneiros para que o governo crie um valor mínimo do frete, principal exigência da categoria. "Nós somos favoráveis às pautas colocadas como a diminuição no preço dos combustíveis e nas cargas tributárias, mas a atual reclamação é até inconstitucional", avaliou Wellington Andrade.
A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) disse à Agência Brasil que a tabela refencial de frete proposta pelo governo que regulamenta a questão do transporte dos produtos é uma medida paliativa porque não contempla todos os insumos de transporte rodoviário de cargas, principalmente os arcados pela categoria.
Como alternativa para o impasse, a Abcam reivindica que seja elaborada e adotada uma tabela nacional de custos que difere da tabela referencial por contemplar os insumos dos transportadores e também dos embarcadores. Em nota, a associação apoia os protestos mas sugere que os caminhoneiros fiquem em casa e deixem de rodar.

A associação também reforça que o ideal, neste momento, é que se mantenha o diálogo com todos os órgãos do governo, para que seja possível articular novas propostas de interesse do setor.

Fonte: Agência  Brasil
24/04 - 13: 36

novembro 05, 2014

Frente fria vira o tempo no RJ e centro-sul de MG

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