março 18, 2009

A HORA DO PLANETA - EVENTO GLOBAL

Acessoria de Imprensa Pescae

A Pescae_Pescadores Esportivos, aderiu oficialmente à campanha Hora do Planeta 2009. No dia 28 de março, apagaremos todas as lâmpadas, das 20h30 às 21h30. O movimento, um ato simbólico de combate ao aquecimento global, é promovido globalmente pela Rede WWF desde 2006 e acontece pela primeira vez no Brasil. Por enquanto, A Pescae, primeira entidade representante da região Sudeste, aderiram à Hora do Planeta o Rio de Janeiro, Curitiba o estado do Amazonas e os municípios de Jurumin (SP), São Geraldo do Araguaia (TO) e Cametá (PA).

"A Hora do Planeta é um gesto de engajamento, no qual cada um deve fazer a sua parte para um futuro melhor. Será uma demonstração da nossa paixão pelas pessoas, pela solução, pela conservação do planeta, e principalmente, pelo futuro e pela vida", afirma Álvaro de Souza, presidente do Conselho Diretor do WWF-Brasil.

A Pescae participará e contribuirá com a responsabilidade por mobilizar a população da cidade, incluindo organizações, empresas e pessoas, para aderirem ao "apagão" e também multiplicarem a idéia.

"Com esse ato simbólico de apagar as luzes, vamos mostrar ao mundo que, trabalhando juntos, podemos fazer a diferença na luta contra o aquecimento global", afirma o diretor , Armando Barreto,. "Os Pescadores esportivos também estão aproveitando esse momento de mobilização para alertar sobre a importância da conservação da natureza.

Em nosso país, 75% das emissões de gases causadores do aquecimento global têm origem no desmatamento e na queimada; ou seja, manter nossas florestas em pé é fundamental para amenizar os impactos das mudanças climáticas", explica ele.

È necessário que ícones de nossa Campos dos Goytacazes apaguem suas luzes, tomemos por exemplo o que farão em Curitiba o Teatro do Paiol, Fonte dos Anjos, Torre da Biodiversidade, Estufa do Jardim Botânico, Linha Verde - Monumento de bambu, as fontes das praças Santos Andrade e Generoso Marques, portais de Santa Felicidade e Polonês, pista de atletismo da praça Osvaldo Cruz, e cancha polivalente da Praça Ouvidor Pardinho.

Qualquer pessoa pode aderir ao movimento. Basta apagar as luzes no dia e hora da ação. Quem quiser assinar o compromisso em nome do combate ao aquecimento global, cadastre-se am banner abaixo.

Pescae_pescadores esportivo

email: mando_barreto@hotmail.com







Hora do Planeta 2009.

março 13, 2009

Afluente do Rio Pomba volta a sofrer com resíduos industriais



Fernando Souza/EM/D.A Press 
Poluição industrial contaminou, em 2003, o Córrego Cágado, afluente do Rio Pomba, em Cataguases

Os resíduos industriais que há quase seis anos causaram o maior desastre ecológico do país estão de volta à natureza. Desde o início de janeiro, a Cataguazes Indústria de Papel vem colocando em prática uma solução que acredita ser a mais apropriada para eliminar de vez o 1,1 milhão de metros cúbicos de resíduos restantes das barragens da empresa, em Cataguases, na Zona da Mata. Em 2003, uma das barragens cedeu, despejando no Rio Pomba 1,1 bilhão de metros cúbicos de substâncias industriais, desaguando nas águas do Rio Paraíba do Sul, em direção ao estado do Rio de Janeiro. Depois de seis anos, a iniciativa, aprovada pelos órgãos de meio ambiente, é um plano emergencial para evitar novo desastre. 

Despejando 40 litros da substância por segundo no Córrego Cágado, afluente do Rio Pomba, a providência, segundo técnicos ambientais, não tem trazido problemas nem riscos para água, já que foi constatado que sua qualidade não sofreu alteração. “A substância é inerte, diluindo-se com facilidade na água. Não há produto contaminante, ela é similar ao esgoto sanitário. O único porém é a sua cor escura, mas já constatamos que, depois de 30 quilômetros abaixo do lançamento, ela se mistura à água”, explica a diretora de Qualidade e Gestão Ambiental da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), Zuleika Torketti. Ela afirma que o plano emergencial foi implantado devido às chuvas, que aumentaram o nível das águas das barragens.

O grande problema é que, com o primeiro desastre ambiental em 2003, restou nas duas barragens 1,1 bilhão de metros cúbicos de resíduos, que com o tempo, segundo a diretora, foram se diluindo e sofrendo degradação natural. A empresa tentou alternativas para a retirada da substância, mas não obteve sucesso. No ano passado, ela apresentou o estudo “Alta depuração do Rio Pomba” aos órgãos ambientais de Minas, em que sugeria o lançamento do resíduo de forma gradativa no rio, para que ele pudesse absorvê-lo. Mas, com a intensidade das chuvas, o estudo tornou-se um plano emergencial. 

Tubulação

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Minas (Semad) autorizou, em caráter de emergência, a sua execução, mas, diferentemente do que propunha a empresa, o lançamento seria feito primeiro no Córrego Cágado. “Para lançá-lo diretamente no Pomba era necessária a construção, entre a barragem e o rio, de tubulação de sete quilômetros, mas isso era impossível de ser feito em curto prazo”, afirma Zuleika. Ela ressalta que o projeto inicial ainda está sob avaliação e que no dia 15 a empresa terá de apresentá-lo para que a Agência Nacional de Água (ANA) autorize o andamento. 

Até 31 de março, o lançamento emergencial estará em vigor. “Se não colocássemos essa ideia em prática, fazendo um lançamento controlado da substância, as barragens poderiam ceder, assim como em 2003”, justifica Zuleika, apontando que a cada 400 litros de água do rio é lançado um litro de resíduo. “Ainda não existe um projeto detalhador, é um estudo técnico necessário. É preciso a construção da tubulação e de um difusor subaquático, para o lançamento debaixo d’água, para que haja a mistura”, completa. 

O plano foi colocado em ação em 23 de janeiro, segundo a Semad, e 12 horas depois, foram feitas coletas no córrego e no rio, procedimento contínuo nos seis dias seguintes. A conclusão dos técnicos ambientais é de que não houve alteração na qualidade da água. De olho nesse monitoramento e com receio de que um novo desastre ecológico possa acontecer no estado, a Secretária de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Marilene Ramos, diz estar de acordo com o procedimento adotado e acredita que não haja riscos ambientais no plano emergencial. “É como se fossem conta-gotas despejando quantidade muito pequena desse líquido. Não é o ideal, mas, entre isso ou correr o risco de um novo acidente, é preferível essa iniciativa. Não temos escolha”, diz. 

Estudo

Para que fosse desenvolvido o estudo, a Iberpar Empreendimentos e Participações Ltda, à qual pertencem a Cataguazes Indústria de Papel e a Florestal Cataguases, contratou pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa. “Depois do ocorrido, houve tratamento biológico dos resíduos nas barragens”, ressaltou o advogado ambientalista da empresa, Serafim Couto, que preferiu não revelar o custo do estudo nem do tratamento. “É uma quantia muito alta”, alertou. 

Depois da aprovação da ANA, o projeto da empresa será colocado em prática, visando principalmente a desativação das duas barragens. Segundo Serafim, até o fim do ano, uma delas, que não cedeu e que contém 230 mil metros cúbicos de resíduos industriais, estará concluída. A outra, que comporta 870 mil metros cúbicos de substância, ficará pronta até o fim do ano que vem

março 05, 2009

Pesca Amadora , viabiliza projeto do SOS Mata Atlântica

Projeto estudará a pesca no litoral sul de SP
Iniciativa da Ong S.O.S Mata Atlântica, realizará monitoramento e diagnóstico da atividade, em um programa de caráter inédito


Ontem, (19/02) foi lançado no Centro Comunitário de Porto Cubatão, na região de Cananéia – litoral de SP - o projeto Mata Atlântica & Pesca: Diagnóstico e Ordenamento Participativo da Pesca Amadora.

Realizado no Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape, Cananéia e Ilha Comprida, (conhecido como Lagamar), a iniciativa tem como objetivo a preservação da área e o estudo da pesca na região.

“O projeto foi criado com os objetivos de incluir a pesca amadora no processo de gestão participativa dos recursos pesqueiros”; explica o coordenador do projeto e biólogo Fabio Motta.

Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), a área - situada entre o extremo sul do litoral de São Paulo e norte do Paraná - é uma das mais produtivas do Atlântico Sul.

O Lagamar possui uma riquíssima biodiversidade, sendo constituído por estuários, manguezais, dunas restingas, lagunas, praias, ilhas entre outros ambientes. Além da diversidade de paisagens, ela ainda abriga espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, como destaca Motta.

“Esse mosaico de ambientes marinhos e costeiros, com alta relevância ecológica, qualifica a região como um importante berçário para diversas espécies marinhas”; ressalta.

Estudando a pesca

Além da pesca profissional, o complexo é palco também das modalidades amadora e esportiva, gerando um forte potencial turístico. Apesar da prática ser realizada há décadas no Lagamar, um estudo que forneça informações científicas sólidas sobre o assunto é inédito.

“Essa é a primeira vez que será efetuado o diagnóstico e monitoramento da pesca amadora na região, contribuindo assim para avaliar atividade pesqueira como um todo”; comenta Jocemar Mendonça, pesquisador do Instituto de Pesca.

A iniciativa buscará estudar vários aspectos da atividade pesqueira. Assim, envolverá o monitoramento das capturas, mapeamento da cadeia produtiva, estudo do perfil do pescador amador e até a organização de cursos para guias de pesca.

Segundo o biólogo do ICMbio Eliel Souza, os dados obtidos a partir do estudo darão base para a criação do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental Cananéia Iguape Peruíbe.

Imbé

Imbé
Vida da gente do Imbé

BUSCADOR WEB

Google

Tradutor On Line

Educativa FM 107.5







Campos terra dos Goytacazes