fevereiro 25, 2009

Projeto Robalo

  

   Caminhamos para o quarto encontro de desenvolvimento das linhas de ação do nosso projeto.
Temos agora envolvidas Além das Secretarias do Município, alguns grupos organizados de pescadores profissionais e artezanais, IBAMA, Batalhão Florestal,Fiperj e obviamente  nós pescadores esportivos.
   foram mesas redondas de muito valor no que tange a captações de  dados inerentes as necessidades de ações de preservação e recuperação do nosso complexo hidrico.
   Já esta agendada uma próxima reunião  onde serão definidos os menbros do organismo a ser formado para este fim.
   A base da atuação será a imediata prospecção da ictiofauna e  estoques pesqueiros remanescentes.
   O grupo poverá de imediato condições  e logistica adequada a atuação do Batalhão Florestal na fiscalização dos atos agressivos ao meio ambiente.
   Será informado  em breve detalhes da próxima reunião a ser realizada.
      
  Armando Barreto
       

fevereiro 24, 2009

Leite em Caixinha ( O Boato )

Busquei a simplicidade das informações oferecidas na mídia.





   A uns poucos dias presenciei uma jovem senhora e sua filha adolescente ajoelhadas frente  a uma gôndola em   um   supermercado de  Campos,  examinando as embalagens Tetra  Pack de Leite e selecionando os números, tanto tempo passado desde o início deste boato e ele esta alí,tão vivo e  presente.    

     - Fiquei estupefato, quanta ignorância !

      Parei pra pensar e decidi pedir desculpa as  duas,  não é  ignorância não,  é  pavor,  é  temor   por aquilo que oferecemos como alimentos a nossos filhos.     

     - sinceramente  me perdoem o pensamento egoísta. 

   Operei  comercialmente  junto  a  um  grande  Laticínio  Argentino  e  tive

o privilégio do  acesso a tecnologia do processamento do leite in natura para comercialização em embalagens Tetra Pack.

  Vou dividir o que sei para colaborar no esclarecimento deste boato idiótica a respeito do Leite em embalagens Longa Vida.


Veja o Filme da Tetra Pack que desmente o boato ....




video

fevereiro 23, 2009

Oneranza




Pai eu queria que fosse ontem!

Que não houvesse moeda.

Que o escambo fosse a regra.

Onde trocássemos trabalho por orgulho.

Esforço por realizações.

Suor por satisfação.

Onde o menor esforço não era lei.

Pai queria que fosse ontem!

Onde homens eram amigos ou inimigos.

E as suas mulheres, comadres ou, comadres fofoqueiras.

Onde as crianças comiam angu e, davam valor ao alimento que tinham e ao esforço para tê-los a mesa Onde mães e avós cozinhavam.

Pai queria que fosse ontem!

Onde as verdades e mentiras eram ditas face a face.

Conversas no portão era rotina.

E roupa suja se lavava em casa, e com sabão.

Pai queria que fosse ontem!

Quando a professora ensinava o que se precisava aprender.

Os mestres encaminhavam seus aprendizes, sem o temor da perda do posto.

Os políticos nunca foram o que tínhamos de melhor, mas eram cultos e honravam os bigodes.

Onde o nome de Deus não era base de conversinhas descompensadas e fingidas.

Pai queria que fosse ontem!

Por que hoje a moeda é a corrupção de idéias e princípios, não se sabe ao certo se quem me procura é amigo ou inimigo, o trabalho digno é subocupação, pois que os que menos se sacrificam são os que mais benesses recebem, os políticos em sua maioria são analfabetos, se não, são desprovidos de doutrina e orientação público-social.

Analfabetos conceituais, e não tem bigodes, se os tem, não os honram!

Alguns são ainda de pior estirpe, canalhas, corruptos, escória!

Lavam as suas, e as roupas dos outros em público, com a sujeira escorrendo como instrumento de pressão política.

Manipulador as comadres fofoqueiras, eleitas pela ignorância institucionalizada!

Hoje o alimento é dado por esmola, ou na compra de induzida vontade política.

Os "mestres", que estão gestores em todos os níveis, pouco se cercam de aprendizes capacitados, a sua volta, bajuladora corte parasita!

É pai queria realmente que fosse ontem, mas, não é!

E o hoje precisa ser modificado, para que esta lamúria de agora, não volte a acontecer lá na frente!

fevereiro 16, 2009

Eco sim chato não

Planeta Sustentável

Dez dicas para ser sustentável sem ser mala

Texto Aryane Cararo

João Gordo não é o que se pode chamar de ativista bonzinho e politicamente correto. Mas acredite: o apresentador mais desbocado do país está preocupado com o futuro do planeta. Aos 43 anos, dois filhos, vegetariano desde 2005, João constrói uma nova casa em São Paulo que é feita com madeira de demolição e terá aquecedor solar e reservatório de água da chuva. Se reciclagem de lixo já é uma atitude básica nas grandes cidades, ele vai além: na festa de aniversário de um dos dois filhos, a lembrança que os convidados levaram para casa era feita de garrafas pet reutilizadas. E as roupas que o pessoal em casa não usava mais viraram capas de almofadas, feitas por sua mulher, Viviana Torrico. “É muito legal: depois de velho, eu virei hippie”, brinca ele.

Como o punk mais pop do Brasil mostra, não é preciso virar um ecochato e se mudar para uma comunidade alternativa para adotar atitudes mais saudáveis para o planeta. A ciência tem dicas de ações simples e surpreendentes para você gastar menos energia, produzir menos lixo e emitir menos carbono na atmosfera. Veja 10 delas, a seguir.

1. SE MÓVEIS DE MADEIRA

Sim, optar por móveis de madeira é uma atitude sustentável. Árvores, para crescer, transformam o carbono da atmosfera em madeira. Por isso, cerca de metade do peso da madeira é de átomos de carbono – os mesmos que poderiam estar no ar causando o efeito estufa. “O móvel de madeira mantém o carbono que iria para a atmosfera aprisionado por muito tempo, podendo ser usado por muitas gerações. Isso não acontece com os plásticos e o aço”, diz o pesquisador Márcio Nahuz, do Centro Tecnológico de Recursos Florestais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). A quantidade de carbono que o seu guarda-roupa aprisiona depende do tipo de árvore e da densidade da madeira de que ele é feito. Prefira os móveis de pinus, eucalipto e paricá e evite as espécies escassas como pau-brasil, mogno, imbuia e jacarandá-paulista. E, claro, escolha madeira com certificação do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC Brasil ), que garante a procedência de árvores plantadas e derrubadas de maneira planejada. Outra vantagem é que a madeira é um lixo muito mais tolerável para o ambiente que outros materiais. “A madeira se decompõe e, assim, não cria um Frankenstein na natureza”, diz Nahuz. Plásticos, outros derivados de petróleo e demais materiais precisam de um processo de reciclagem (quando há) que pode consumir energia – e liberar mais carbono na atmosfera.

2. TAMPE A PANELA

Parece conselho de mãe para a comida não esfriar, mas a ciência explica como é possível ser um cidadão ecossustentável adotando o simples hábito de tampar a panela enquanto esquenta a água para o macarrão ou para o cafezinho. Segundo o físico Cláudio Furukawa, da USP, a cada minuto que a água ferve em uma panela sem tampa, cerca de 20 gramas do líquido evaporam. Com o vapor, vão embora 11 mil calorias. Como o poder de conferir calor do GLP, aquele gás utilizado no botijão de cozinha, é de 11 mil calorias por grama, será preciso 1 grama a mais de gás por minuto para aquecer a mesma quantidade de água. Isso pode não parecer nada para você ou para um botijão de 13 quilos, mas imagine o potencial de devastação que um cafezinho despretensioso e sem os devidos cuidados pode provocar em uma população como a do Brasil: 54,6 toneladas de gás desperdiçado por minuto de aquecimento da água, considerando que cada família brasileira faça um cafezinho por dia. Ou 4 200 botijões desperdiçados.

3. EVITE PLÁSTICO E VIDRO

No supermercado surge a dúvida: serei um cidadão mais sustentável se levar a bebida na embalagem de alumínio, de vidro ou de pet? O senso comum apostaria na latinha, já que ela é quase totalmente reciclada no Brasil. Alguém poderia contra-argumentar que ela gasta energia demais: a indústria do alumínio consome 6% da eletricidade do Brasil. Já a ciência diz que, se a intenção é só avaliar a forma mais ecológica de beber refrigerante ou cerveja, siga o senso comum. Esse é o conselho da engenheira química Renata Valt, autora do livro Ciclo de Vida de Embalagens para Bebidas no Brasil. Segundo ela, a lata leva vantagem hoje no Brasil justamente pelo alto índice de reciclagem (96% em 2005) frente ao vidro (45%) e ao pet (47%). Renata comparou a produção de 1 000 litros de refrigerante para cada embalagem, somou a porcentagem de reciclagem e de matéria-prima e concluiu: o alumínio é o que menos consome energia, água e recursos naturais, tem a menor emissão de poluentes e gera menos resíduos sólidos.

É de espantar que o vidro, cuja garrafa é reutilizada de 20 a 30 vezes em média, não seja o mais ecológico. Mas é exatamente por causa das idas e vindas no transporte, e sua queima de combustível, que ele perde pontos. “O vidro só é melhor se considerarmos que seus recursos são mais renováveis que o petróleo do pet e a bauxita do alumínio. Se a indústria usasse combustíveis mais limpos, a avaliação melhoraria”, diz Renata. Ainda que vivêssemos em um mundo ideal, com 100% de reciclagem, o alumínio teria suas vantagens, pois gastaria menos recursos naturais e emitiria menos poluentes. O pet seria mais econômico na energia, na água e na produção de lixo. Por outro lado, sem reciclagem, a latinha seria o terror do consumo energético, dos recursos naturais e da emissão de gases.

4. TOME BANHO PELA MANHÃ

A dica é velha: evite consumir energia elétrica no horário de pico. Mas está mais a- tual do que nunca. A limitação das usinas e a escassez de água, motor propulsor das hidrelétricas, deixam sempre possível haver um apagão. O Brasil produz, normalmente, 75 mil megawatts de energia elétrica. A quantidade é suficiente para o consumo habitual, mas não para os picos – momentos como o intervalo do futebol, quando milhões de brasileiros abrem a geladeira para pegar uma cerveja, ou às 19h30, quando a maioria liga o chuveiro.

Quando as 158 hidrelétricas não dão conta da demanda, o país é obrigado a acionar as usinas termoelétricas, que usam como combustível gás natural, carvão, xisto ou óleo diesel e lançam muito mais dióxido de carbono na atmosfera. Com todos os tipos de usinas ligados, a capacidade de fornecimento sobe para 100 mil megawatts. Já que é impossível armazenar energia em grande quantidade, qualquer consumo superior a isso obrigaria à construção de mais usinas e linhas de transmissão.

Imagine se os 186 milhões de brasileiros decidissem tomar banho em chuveiros elétricos às 19h30. Como cada chuveiro gasta cerca 1 kWh em 11 minutos de banho, o país precisaria de quase duas vezes mais usinas para não apagar. Para espantar esse risco, basta variar o horário do banho. Se você ligar o chuveiro fora dos horários de pico, como pela manhã, ajuda a diminur a necessidade de construção de mais usinas para atender a um consumo pontual.

5. PAGUE SUAS CONTAS ONLINE

Aqueles papéis bancários que você recebe toda vez que paga suas contas significam mais emissões de poluentes, gás metano nos lixões e água desperdiçada. Essa é a conclusão de um relatório da empresa de consultoria americana Javelin Strategy and Research sobre o que representam os extratos, comprovantes de pagamento e cheques nos EUA. Segundo o estudo, lançado em junho, se todos os americanos abolissem o papel de suas transações bancárias, 2,3 milhões de toneladas de madeira seriam poupadas por ano – ou cerca de 16 milhões de árvores. Ok, consumo de madeira não é ruim para o aquecimento global, já que madeira e papel são pequenos depósitos de moléculas de carbono. O problema é que, para fazer papel, é preciso muita energia e poluição. A produção dos comprovantes nos EUA gasta a energia suficiente para abastecer, durante o ano inteiro, uma cidade do porte de Campinas (SP). Se tanto papel não existisse, a emissão de carbono também diminuiria, no equivalente a 355 mil carros a menos nas estradas americanas. No Brasil, a maior empresa de bobinas do país abasteceu, em 2006, 4 grandes bancos com 6 mil toneladas de papéis para caixas eletrônicos.

6. DESLIGUE O FOGÃO

Em vez de usar sempre o fogão ou o microondas, opte por uma resistência elétrica para aquecer líquidos. Pode ser o popular rabo-quente ou as modernas chaleiras elétricas. Segundo o físico Cláudio Furukawa, da USP, o rabo-quente é o mais eficiente quando a opção é pelo menor uso de energia. Como quase 90% da energia brasileira vem das hidrelétricas, que poluem muito pouco, é melhor para o ambiente usar aparelhos elétricos que movidos a gás, como o fogão. Pensando assim, o microondas levaria vantagem sobre o fogão a gás, pois causaria menos danos ao ambiente. O problema é que ele tem pouco rendimento, pois redireciona parte da eletricidade para o motor que gira o prato, a lâmpada e a ventoinha. “Além disso, as microondas ficam espalhadas por toda a cavidade e não se concentram apenas no alimento. No caso dele, a eficiência de conversão em calor não passa dos 40%”, afirma o físico Cláudio Furukawa.

7. USE A ÁGUA DA LAVADORA DE ROUPAS PARA REGAR O GRAMADO

Em vez de gastar água da torneira para regar as plantas, use a que sai da máquina de lavar. A água dos últimos enxágües da lavadora é muito boa para plantas. “A partir do 2º ciclo, a concentração da maioria dos sais está numa faixa que traz benefícios às plantas, principalmente aos gramados”, afirma Gilberto Kerbauy, professor de botânica do Instituto de Biociências da USP. Gilberto analisou os resultados na tese de doutorado da engenheira civil Simone May, também da USP. Simone quantificou itens como acidez, sais, metais pesados e coliformes para 3 enxágües da máquina, a partir da lavagem de roupas de uma família típica. “O 1º enxágüe é muito sujo, equivalente à água resultante de um banho no chuveiro”, diz ela. A quantidade de coliformes fecais no 1º ciclo era de 44 mil em cada 100 mililitros – em piscinas, por exemplo, acima de 1 mil/ml a água é considerada imprópria. Mas, nos enxágües seguintes, a concentração baixa a níveis normais. “A partir do 2º enxágüe, a água poder ser reaproveitada para regas de plantas ornamentais. Os valores de pH estão na faixa tolerável para a maioria das plantas (7,9 e 7,1)”, diz Kerbauy. “Eventualmente, a concentração de sódio poderia ser prejudicial a algumas espécies. E o uso para regar hortas deve ser evitado.”

8. PREFIRA ALIMENTOS LOCAIS

Comprar alimentos produzidos na região próxima de onde você mora faz bem aos pulmões. O segredo está na redução da distância: com caminhões rodando pouco, há menos poluição. Além disso, o desperdício é muito menor – e as frutas não precisam ser colhidas ainda verdes. De acordo com Celso Moretti, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil desperdiça no trajeto do campo à mesa 14 milhões de toneladas de hortaliças, grãos e frutas por ano. O transporte, que submete frutas a uma temperatura de 42 oC embaixo das lonas, é o maior vilão do desperdício de alimentos.

Alimentos de longe também aumentam o aquecimento global. O pesquisador Márcio Nahuz e sua equipe do Instituto de Pesquisas Tecnológicas fizeram as contas do gás carbônico emitido por um caminhão a diesel (Mercedes 1620, com 231 cavalos) no transporte de melões de Mossoró, no Rio Grande do Norte, até a capital paulista (uma distância de 2 783 quilômetros). Considerando apenas o consumo de combustível, a carga teria custado 1 570,95 quilos de dióxido de carbono a mais na atmosfera. Ou o trabalho de 3 árvores adultas de 16 metros de altura e 0,28 metro de diâmetro no seqüestro de carbono. “O problema é que, para neutralizar as emissões da viagem, esse motorista deveria ter plantado as árvores 20 anos antes”, diz Nahuz. O mesmo problema acontece com maçãs que viajam de Vacaria (RS) até São Paulo, nas mesmas condições de transporte. Emitem 488 quilos de dióxido de carbono nos 865 quilômetros de viagem. Até mesmo a cenoura, facilmente cultivada nos cinturões verdes dos municípios, pode ter alta quilometragem – do pólo de São Gotardo (MG) à capital paulista vão sendo distribuídos nos 655 quilômetros quase 370 quilos de gás causador do efeito estufa. “É muito difícil não ter esse custo ambiental, já que não dá para produzir nas capitais as mesmas frutas de regiões distantes”, diz Nahuz. Uma saída é aproveitar as frutas e verduras da época – que podem ser produzidas tranqüilamente perto das grandes cidades.

10. TOME ÁGUA DA TORNEIRA

Se você viu o filme Uma Verdade Inconveniente, do Prêmio Nobel da Paz Al Gore, sabe que a cor branca dos pólos reflete de 80 a 90% da luz solar. Quando derretem, acabam com o mesmo índice de reflexão do oceano: 8%, em média. Ou seja: quanto mais os pólos derretem, mais eles próprios contribuem para o aquecimento global. Aplicando a mesma teoria, é possível traçar um paralelo para a realidade de sua casa. Já que não dá para trazer a neve para casa, por que não a cor branca? Pintar telhados e paredes de branco pode fazer com que até 90% da luz incidente seja refletida, já que a tinta dessa tonalidade rebate de 50 a 90% dos raios solares. Enquanto isso, a tinta vermelha ou marrom só reflete de 20 a 35% e as cores laranja e cinza ficam na média dos 50 e 30% respectivamente. No mínimo, você ganha em conforto térmico e usa menos ar-condicionado. “O branco refletivo ou o aluminizado refletem 90% da radiação solar. Com as superfícies externas da casa pintadas de branco, menos calor penetra na casa. E a temperatura interna pode variar até 5 oC”, diz Racine Prado, professor de física das construções da USP.

Esqueça a água mineral. A água que sai da torneira da maioria das cidades brasileiras é potável – tratada para que você possa bebê-la numa boa. Gastar dinheiro com água de garrafa é supérfluo e agressivo ao planeta. Além de mais cara, produz milhões de garrafas como lixo e precisa ser transportada em caminhões poluentes. Se não recicladas, as garrafas pet demoram 110 anos para se degradar. Além disso, o processo para transformar resina em garrafas e o transporte até a sua casa consomem combustível e geram poluição. Cada 1 000 garrafas de meio litro de água gastam 600 kWh de energia, liberam 6 quilos de carbono e geram 35 quilos de lixo no planeta. Por isso, várias cidades da Califórnia, nos EUA, estão adotando leis para restringir a água mineral em empresas e escolas. “Do ponto de vista bacteriológico, a água da torneira é segura, não precisa nem ser filtrada”, diz Paulo Olzon, clínico geral da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Quem prefere ter mais segurança e optar pela água mineral, deve evitar embalagens descartáveis.”

fevereiro 15, 2009

A ÁGUA E A BELEZA DA MULHER

O Professor  Jairmuth  postou como o original da agencia estado .



Água da beleza

Agência Estado - 13/2/2009

A hidratação é regra básica para a saúde da pele. Quando se tem problemas com celulite ou desvitalização, o primeiro conselho que se ouve é beber três litros de água por dia. Mesmo nos dias de inverno rigoroso, esta norma deve ser seguida à risca: o vento frio faz com a água da cútis se evapore no meio ambiente.

0 líquido que vem da circulação sangüínea, atravessa as diferentes camadas da epiderme, chegando ao lado externo do organismo, nada tem a ver com a transpiração. Este fluxo aquoso transporta os nutrientes indispensáveis como o oxigênio, a glicose e os ácidos graxos essenciais. Quando ele pára ou reduz sua velocidade, as funções epidérmicas tornam-se menos eficazes e a síntese lipídica é inibida.

A água presente nas células da camada córnea pode ficar retida por osmose após um banho ou uma sudoração prolongada. Porém, a maior parte do tempo, ela se origina no NMF, que é o hidratante natural das células cutâneas.

Para que a epiderme mantenha sua maciez e suavidade, o complexo N M F deve conter, pelo menos, 10% de água.
Se você sente a pele áspera, repuxando, avermelhando com facilidade e ruguinhas minúsculas marcando os contornos dos lábios e dos olhos, está diante de uma desidratação devido ao aumento da perda insensível de água. E necessário restabelecer o efeito barreira dos lipídios de superfície.
Na ausência dessas gorduras, a água do exterior tem a capacidade de dissolver o N M F e de eliminá-lo. A pele torna-se, então, incapaz de captar o líquido na derme e mais ainda de estocá-la. A cútis envelhece precocemente e é preciso agir com rapidez para ajudá-la a reencontrar sua elasticidade. Para alcançar tal objetivo, é necessário, primeiro, reconstituir o filme hidrolipídico da superfície com os ativos próximos dos lipídios epidérmicos.

Dica: se a sua pele se apresentar sem flexibilidade e firmeza, procure seu dermatologista para começar um tratamento que ajude a recuperar o tônus.
É preciso estimular sua capacidade de captar e reter água, utilizando ativos umectantes como enzimas, proteínas e vegetais, elastina, uréia e ácido hialurônico, mucilagens, aminoácidos e vitaminas absorvidos através de ionizações, massagens e máscaras, que apenas um profissional habilitado poderá fazer. Fonte: Agência Estado


INSTITUTO SOS RIOS DO BRASIL
Divulgando, Promovendo e Valorizando
quem defende as águas brasileiras!
ÁGUA - QUEM USA, CUIDA!

fevereiro 03, 2009

Ibama proíbe pesca no rio Paraíba do Sul até fim de maio





RIO DE JANEIRO - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) determinou  a proibição da pesca até o dia 31 de maio no rio Paraíba do Sul, interior do estado do Rio de Janeiro. De acordo com a Instrução Normativa n.º 2, de 30 de janeiro, publicada na edição desta segunda-feira (2) do Diário Oficial da União, a restrição se estende a toda a bacia hidrográfica do Paraíba do Sul, desde o município de Resende até a sua foz, na cidade de São João da Barra.

Um primeiro passo para a obtenção de uma moratória de dois anos,  medida indispensável a  execução do projeto de revitalização do Rio Paraíba do Sul.
Estamos apenas no início de uma grande tarefa que só tem condições de ser executada com critérios e,  adesão de todos os que recebem diariamente influência e benefícios destas águas.

Armando Barreto
Projeto Robalo  CPS_RJ

fevereiro 01, 2009

Pagamento defeso Outubro 2007 ( Gestão anterior) !!!!!

Começou o pagamento do defeso de água salgada

Por Elis Regina Nuffer

Os pescadores e marisqueiras de Campos começaram a receber o pagamento referente à primeira parcela do período do defeso de espécies de água salgada, no valor de um salário mínimo por mês. A coordenadora do departamento de Ação Comunitária da secretaria municipal de Promoção Social, Ademildi Manhães Dias, informou que o pagamento está sendo feito gradativamente, conforme relação encaminhada pela Universidade Federal Fluminense (UFF) que está pesquisando quantos pescadores e marisqueiras existem no município.
    
Segundo Ademildi, assim que recebe o resultado da pesquisa, a Promoção Social encaminha a listagem das pessoas para pagamento nos bancos. “O resultado vem parcialmente e não temos como estabelecer um cronograma para pagamento. Para saber se o dinheiro está na conta, o beneficiado tem que ir ao banco com o seu cartão da conta na Caixa Econômica Federal”, explicou Ademildi.
    
A coordenadora orientou que quem tiver problema para retirar o dinheiro deve procurar a Promoção Social. Ademildi disse que há casos de contas encerradas ou CPF não regularizado junto à Receita Federal o que impede a liberação do pagamento pela Caixa. 
    
O defeso de água salgada acontece nos meses de outubro, novembro e dezembro e o pagamento é feito em três parcelas nos meses de novembro, dezembro e início de janeiro. Esta primeira parcela deverá ser realizada no máximo até o início da próxima semana, informou Ademildi.
    
Água doce – Ela lembrou que o defeso de água doce acontece de novembro a fevereiro todo ano e o pagamento vai começar em dezembro e também será feito com base no resultado da pesquisa da UFF. O trabalho foi encomendado pela secretaria de Promoção Social para que só receba o benefício quem realmente vive da pesca em Campos, atividade que fica comprometida na época do defeso.
    
O Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis e do Meio Ambiente (Ibama) define como defeso a ação de proteção às espécies. O defeso visa fiscalizar a pesca no período em que a piracema acontece, ou seja, quando os peixes fazem a desova e se reproduzem. Este fenômeno é considerado essencial para a preservação dos peixes nas águas dos rios e lagoas. Nesta época é proibido o uso de utensílios para a pesca em grande quantidade, como redes, tarrafas, puçás, bombas, paris e até espingarda de pesca submarina. Durante o defeso só é permitido pescar com linha e anzol.


  Atualizado por Paulo Thomaz em 05/11/2007 - 17:16

Conclusão do Estudo pela UFF Out/2007

UFF conclui estudo para pagamento do defeso

Por Antunis Clayton

A Universidade Federal Fluminense (UFF) finalizou o estudo técnico-social através do qual levantou o número de pescadores e marisqueiras de Campos. A partir desta listagem, a secretaria municipal de Promoção Social realiza, até o dia 30, o pagamento do defeso das espécies de água salgada, que acontece nos meses de outubro, novembro e dezembro. O defeso de água doce se inicia em novembro e vai até fevereiro.
    
A secretária Ana Regina Fernandes afirmou que o pagamento será realizado assim que for liberado o repasse por parte da secretaria municipal de Fazenda. O orçamento, segundo Ana Regina, já separou recursos para a realização do pagamento. O trabalho da UFF foi iniciado no dia 24 de setembro, através de uma parceria entre a universidade e Promoção Social. “Um levantamento transparente, contando com a atuação de uma instituição respeitada, de credibilidade comprovada, checando quem atua e quem não atua na atividade pesqueira e no manuseio do pescado”, afirma Ana Regina, ressaltando que uma cópia do trabalho de pesquisa será encaminhada ao Ministério Público (MP).
    
O defeso é uma ação protetora das espécies, determinada pelo Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis e do Meio Ambiente (Ibama). A fiscalização acontece no período da piracema, quando os peixes fazem a desova e se reproduzem. O período é considerado essencial para a preservação dos peixes.
    
Chuvas – Preocupada com o início do período chuvoso, a secretária realizou na manhã desta quinta-feira (25) uma reunião com mais de 60 profissionais de todos os setores da Promoção Social. Ana Regina destaca a importância de estarem todos atentos e orientados, mesmo que ainda não se tenha o quadro de enchentes verificados no verão passado. 
    
“É um trabalho importante. Felizmente contamos com profissionais especializados, com larga experiência nesse tipo de situação”, destacou. Segundo a secretária, já oficiou os secretários de Saúde e Educação no sentido de reservar a possibilidade de contar com assistentes sociais destas duas secretarias. “O prefeito Alexandre Mocaiber realizou concursos para contratação de profissionais da Assistência Social. Estamos deixando de sobreaviso 20 profissionais de cada uma dessas duas secretarias”, disse. 
    
Homenagem – Na noite de quarta-feira (24), a secretária foi homenageada no IV Congresso Odontológico, promovido pela Faculdade de Odontologia de Campos (FOC), um evento que marcou o Dia do Dentista. Ex-diretora do departamento municipal de Odontologia, Ana Regina agradeceu a lembrança das ações importantes em questões preventivas da saúde bucal.  
    
- Além de palestras com profissionais de renome nacional, implantamos especialidade de alta importância. O departamento elevou o número de postos de atendimento ambulatorial de 54 para 104. A fluoretação da água do abastecimento foi outro marco de relevo na questão da prevenção da cárie infantil — finalizou Ana Regina. 


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  26/10/2007 

Parâmetros para avaliação Recadastramento 2009 dos beneficiários do defeso

Em  Setembro de 2007 foi divulgado com esta abaixo.


Prefeitura avalia cadastro do defeso e vale-alimentação

Por Elis Regina Nuffer

Cem pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) trabalham, diariamente, a partir de convênio com a Prefeitura de Campos, para identificar quantos pescadores e marisqueiras existem no município e vivem exclusivamente da pesca. Além disso, o trabalho visa atualizar o cadastro das cerca de 27 mil pessoas que recebem o Vale-Alimentação no valor mensal de R$ 50 do governo municipal.

A pesquisa foi encomendada pela secretaria municipal de Promoção Social e deverá ser concluída no início de outubro, antes da liberação do primeiro pagamento às marisqueiras e pescadores do benefício pelo período do Defeso das espécies de água doce e salgada, no valor de um salário mínimo por mês.

O trabalho de pesquisa começou a ser feito no último dia 24. A
secretária Ana Regina Fernandes disse que só vão continuar recebendo o auxílio do Defeso e o Vale-Alimentação, as pessoas que realmente necessitam. “A prefeitura trabalha com justiça social. Quem tiver outro tipo de renda, automaticamente, estará fora desses benefícios que existem para auxiliar as famílias verdadeiramente carentes”, afirmou.

Ana Regina informou que o convênio com a UFF foi assinado no dia 22 de dezembro de 2006 e as pesquisas não foram feitas antes por causa da enchente que atingiu o município este ano.
A secretária lembrou que a prefeitura não está inscrevendo para novos cadastros nem de vale nem do Defeso.

Ela explicou que os pesquisadores estão indo às localidades para ouvir os moradores, com base nas informações que constam nos cadastros feitos nas secretaria de Promoção Social. Todos os dados serão comparados durante avaliação rigorosa. Ana Regina disse que, a partir do resultado da pesquisa, vai selecionar quem realmente é carente e precisa dos benefícios.


Defeso –
 O Defeso das espécies de água salgada acontece nos meses de outubro, novembro e dezembro, e o de água doce, de novembro até fevereiro. Nessa época, a prefeitura auxilia pescadores e marisqueiras cadastrados, que vivem somente da pesca, com um salário mínimo mensal.

O Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis e do Meio Ambiente (Ibama) define como Defeso a ação de proteção às espécies. O Defeso visa fiscalizar a pesca no período em que a piracema acontece, ou seja, quando os peixes fazem a desova e se reproduzem. Este fenômeno é considerado essencial para a preservação dos peixes nas águas dos rios e lagoas.

Durante o Defeso, há fiscalização da pesca predatória, principalmente, através de utensílios de pesca em grande quantidade, como redes, tarrafas, puçás, bombas, paris e até espingarda de pesca submarina. Neste período só é permitido pescar com linha e anzol.

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